segunda-feira, 17 de junho de 2013

Situação de Aprendizagem com o Texto "No aeroporto"

Modelo de Situação de aprendizagem com o texto "No aeroporto"
Público -alvo: 6º ano
Número de aulas: quatro aulas


1. Qual das frases abaixo nos permitem dizer que o texto apresenta foco narrativo em 1ª pessoa:
a) "Viajou meu amigo"
b) "Fornecedores, vizinhos e desconhecidos, gratificados com esse sorriso"
c) "...tinha horários especiais, comidas especiais, roupas especiais..."
d) "Não é colecionador"

2. Quais passagens despertam sua imaginação? Por quê?

3. Este texto faz parte de qual gênero textual?
a) fábula
b) poesia
c) crônica narrativa
d) relato de experiência

4. Quem era Pedro? E por quê o auto faz tanto suspense sobre sua identidade?

5. Quais palavras permitem o autor criar um suspense sobre a identidade e a idade de Pedro?
a) impulso de irritação
b) sabonetes especiais
c) se zangaria com a gente 
d) visitante


Autoavaliação

Diante de tudo o que foi trabalhado sobre o texto, o que você conseguiu apreender?

domingo, 16 de junho de 2013





SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 6º ANO– MEU PRIMEIRO BEIJO




· Objetivo:
trabalhar a diversidade em sala de aula.

· Material necessário: texto Meu Primeiro Beijo de Antônio Barreto e filme Meu primeiro amor.

· Organização da sala: alunos agrupados em duplas (seguindo seleção do professor – alunos com mais dificuldade sendo auxiliado por alunos com menos dificuldade).



Procedimentos de leitura



· Antes da leitura
  •  Apresentar o suporte que se encontra esse texto (Livro: A balada do primeiro amor). 

  •  Disponibilizar uma cópia do texto para cada dupla. 

  •  Explorar o título: o que se espera de um texto chamado Meu Primeiro Beijo? 

  •  Ouvir hipóteses apresentadas pelos alunos. 



· Durante a leitura
  •  Fazer a leitura na íntegra. 

  •  Sempre que necessário, fazer os esclarecimentos de palavras como: INÚTIL, PARACELSO, PERDIGOTO, etc. 

  •  Abrir plenária para comentários e expor as impressões. 



· Após a leitura
  •  Questionar: vocês já vivenciaram essa experiência? Para vocês, qual a importância do beijo? Quais são os outros tipos de beijo e o que eles demonstram? 

  •  Ouvir as hipóteses apresentadas. 



Proposta de atividade

· Após a leitura do texto, responda:



01) O narrador do texto é feminino ou masculino? Justifique sua resposta com um trecho do texto.



02) Qual é o foco narrativo do texto?



03) Pelos nomes das disciplinas que aparecem no texto, qual é a idade aproximada do casal? Localizem, no texto, outras palavras que comprovam sua hipótese.



04) Por que o “Cultura Inútil” recebe esse apelido?



05) O que vocês acham que significa ser “virgem” em algum assunto?



06) Busque no dicionário o significado das palavras abaixo e registre-o na forma como você entendeu.

a) glicose

b) metabolismo

c) perdigoto

d) instinto



07) Agora, construa frases usando essas novas palavras.



08) Observe um trecho da letra da música Meu primeiro amor, regravado por Bruno e Marrone, e responda:





[...]

Você nem sequer se lembra
De ouvir a voz desse sofredor
Que implora por seus carinhos
Só um pouquinho do seu amor



Meu primeiro amor
Foi como uma flor
Que desabrochou e logo morreu
Nesta solidão, sem ter alegria

[...]






· Assinale a alternativa que retoma o mesmo tema apresentado no texto de Antônio Barreto.

a) “E também não sei por que: resolvi dar chance para ele, mesmo sem saber que tipo de lance ia rolar” e “Achei gostoso aquele calorzinho que envolvia o corpo da gente”.

b) “Ele beijou a pontinha do meu nariz, fechei os olhos e senti sua respiração ofegante” e “Cheguei em casa, nos beijamos de novo no portão do prédio e aí ficamos apaixonados por várias semanas”.

c) “ o Culta tinha me mandado um dos seus milhares de bilhetinhos” e “Até que o mundo rolou, as luas vieram e voltaram, o tempo se esqueceu do tempo, as contas de telefone aumentaram, depois diminuíram... e foi ficando nisso”.

d) “Assinou com letrinha tão minúscula que quase tive dó, tive pena, instinto maternal, coisas de mulher...” e “Normal. Que nem meu primeiro beijo. Mas foi inesquecível!”.



09) Retorne ao texto e observe o modo de falar de cada personagem e responda: elas são iguais ou apresentam diferença. Justifique.



10) Reconte, em forma de ilustração, a história do texto.

11) Seu professor irá passar cenas do filme Meu primeiro amor. Logo após, discuta com seus pares e registre suas observações a cerca do que vocês entenderam sobre o texto e o filme.



12) Construa um texto coletivo baseando-se nas observações feitas em duplas.

KARIN RISSO
Situação de Aprendizagem 

Texto: “Avestruz”,  de Mário Prata
Público-Alvo: 6.º ano

Ante da leitura

Questionamentos:

·        Quem já viu um avestruz?
·        Descreva um avestruz.
·        Quais animais de estimação são mais comuns?

Durante a leitura

·        Leitura Individual.
·        Leitura por fileira, cada fileira lê um parágrafo (para que os alunos com mais dificuldades se sintam à vontade).

Depois da leitura

·        Em duplas (organizada pelo professor de acordo com grau de dificuldade):
Pesquisar palavras no dicionário.

·        Ênfase: Foco narrativo e tipos de discurso
Tipo de narrador (personagem e observador) e os tipos de discurso (direto e indireto).

·        Atividades

1.      Retire do texto palavras que comprovem o uso do narrador em primeira pessoa.

·        Produção de Texto

Escrever um diálogo entre o menino e sua mãe, pedindo o avestruz.

·        Produção de Imagem

Desenhar o avestruz de acordo com a descrição feita pelo narrador.
(Enquanto os alunos desenham ouvem a música: “Avestruz”, de Di Paula e Zé Henrique).


SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM
Público alvo: 9º ano
Material
§  Texto principal – Conto “Pausa” ( Moacyr Scliar)
§  Textos de apoio:
o   História em Quadrinhos: Hagar ( Dik Browne e Chris Browne)

o   Crônica Lírica ( faz uso da nostalgia) : Apelo (Dalton Trevisan)

Etapa 1- Oralidade
* Prévia da leitura do texto “Pausa” ( Moacyr Scliar );
* Principais características sobre crônica e conto, diferenças e semelhanças

  Leitura dirigida com inferências do professor;
* Utilização do suporte- apresentar o veículo de informação do texto- mostrar o livro (capa, dados sobre o autor, a importância do autor, etc.)
* Utilização dos textos de apoio para localizar os implícitos do texto principal (o relacionamento do casal em questão, instigar os alunos com questões :
ü  Por que será que o marido foi dormir o domingo todo em um hotel?
ü  O casal tinha um bom relacionamento? Será que a mentira é a melhor maneira de se resolver os problemas?
ü  Em ambas as crônicas, será que existia realmente um sentimento verdadeiro entre as personagens?

Etapa 2 – Produção escrita
* Trabalho em Grupo (fazer os grupos aproximando as dificuldades de aprendizagem);
* Uso do dicionário, se identificadas palavras desconhecidas;
* Explorar os elementos da narrativa: foco narrativo, tempo, espaço e personagens;
* Produzir um texto aproximando-se das características da tipologia “crônica” utilizando o foco narrativo em 1ª pessoa, como se fosse a personagem feminina que passou o domingo todo sozinha.

Outra sugestão de Produção escrita
* Utilizar o texto “Apelo” apenas no final da situação de aprendizagem, entregá-lo aos grupos com os parágrafos separados e fazer a organização da sequência textual.

Etapa 3 – Reflexão e debate
·         Ouvir a música “ Cotidiano “ de Chico Buarque
·         Promover a reflexão e mediar um debate sobre a vida cotidiana:
O que faz com que as pessoas precisem de uma pausa?
Em que se assemelha a letra da música com o conto?



domingo, 9 de junho de 2013

Olá, meu nome é Karen, sou professora há dez anos. Sou formada em Letras ( português e inglês).

Um livro é a prova de que os homens são capazes de fazer magia.”
Pondo ordem no caos
Comecei a ler muito antes de decifrar palavras: lia as imagens dos livros que minha mãe contava para irmã e para mim...inventava textos para as cartas que eram escritas para meus pais... ao desejar ler os livros que meu pai “consumia” todas as noites de Faroeste...
E esta leitura continuou por muito tempo, até que consegui unir sílabas, formar palavras e desfrutar de histórias que mexeram com a minha vida.
Creio que minha paixão pela palavra escrita ajudou-me em momentos muitos difíceis da minha vida: quando fiquei sem poder andar e a série Vagalume foi minha companheira inseparável ( esperava desesperada que minha irmã trouxesse um novo volume, que seria “degustado”, rapidamente, desejando que não houvesse qualquer interrupção), durante minha adolescência, em que as histórias ajudavam a imaginar romances ( príncipes e princesas modernos, que eu jurava que não acreditava, mas que bem no fundo torcia para que fossem reais), já na faculdade, onde novas histórias, consagradas pela crítica foram sendo visitadas e pude formar minha própria opinião...enfim, cada uma das histórias foram ajudando a criar uma visão própria do mundo, foram me ensinando a dialogar com o mundo do qual faço parte.

E assim fui percebendo que Antonio Candido tinha razão ao dizer que uma obra literária é capaz de organizar nosso caos interno e quantas vezes os textos não fizeram isto por mim, quantas vezes.... e por isso amo ler e desejo muito que outros descubram este prazer.

sábado, 8 de junho de 2013

Primeiras leituras


Olá, pessoal!
Sou professora de Língua Portuguesa, na E.E.Camilo Sahade e no EJA (Escola Municipal), estou na rede há 24 anos (prestes a me aposentar!!!). Adoro estar com minha família, viajar, ver um bom filme e ler.

Primeiras leituras

Meu gosto pela leitura, penso que se iniciou com as histórias contadas por meus avós e tios, pois como moravam numa fazenda, a imaginação corria solta e histórias não faltavam: de magia, de terror, cômicas, lendas, fábulas.
Não me lembro de ter livros em minha escola, a não ser a cartilha "Caminho Suave", pois naquela época não se falava em leitura, não me lembro de minhas professoras "contar” ou "ler" histórias, ensinava-se somente o que estava na cartilha; também não me lembro de ter biblioteca em minha cidade, pelo menos na época. 
Minhas primeiras leituras foram as revistas (não me lembro o nome), mas lembro-me das fotonovelas, que me encantavam, apresentava um mundo muito diferente daquele em que vivia, adorava; em seguida vieram os livros Julia, Sabrina e os gibis. Um, dos tantos que marcaram, ou melhor que se aloja em minha memória é a "Moreninha", adoro romances, dramas, suspenses, comédias, mistérios; enfim "adoro" um bom livro.
A escrita entrou em minha, através de minhas tias, que vinham passar as férias em casa e após o jantar, ensinavam meu pai a ler e a escrever, e eu também queria aprender  a escrever, não só fazer rabiscos, então elas me ensinar a  escrever o meu nome e de toda a minha família; e assim, fui inserida nesse mar emaranhado de letras, frases, textos e livros.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Despertar para as letras

                                                          Saudações colegas!

Sou professora de Língua Portuguesa, na cidade de Igaraçu do Tietê, leciono nessa escola há nove anos, mas já tenho 16 anos de profissão. Gosto muito de ensinar, nossa escola tem uma equipe de professores e gestores comprometidos e dedicados. Nas horas vagas, adoro estar com minha família, gosto muito de ler e praticar esportes (caminhadas, natação e dança) é assim que encontro forças para enfrentar os desafios da profissão.

Despertar para as letras 

Essas lembranças de minha vida são muito prazerosas e de muito afeto, pois começam com as histórias de princesas, fadas e bruxas que minha mãe lia para mim e as histórias de assombração que minha avó contava para os netos. Também não posso esquecer a Coleção Disquinho que eram muito bem narradas e interpretadas (que alguns anos atrás encontrei no Youtube). Um programa de televisão  muito legal era o Sítio do Pica-Pau Amarelo baseado nas obras do brilhante Monteiro Lobato e adaptado para a tv, misturava os personagens do sítio com as histórias clássicas da literatura como Don Quixote, os contos de fadas e até a mitologia: o labirinto do Minotauro, Ícaro, etc..

Quando comecei a ler a primeira obra foi O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint Exupery, li e reli em diversas fases da minha vida. Gostava muito também das lendas do nosso Folclore: Lobisomem, Mula sem cabeça, Saci, etc..

Mais tarde por indicação dos meus professores li vários volumes da Coleção Vagalume e os adorava, até hoje indico para meus alunos. Na adolescência li alguns livros da Ágata Christie e do mestre Sidney Sheldon com também romances “água com açúcar”, Sabrina, Bianca e Júlia. E assim foi, até chegar nos clássicos indicados pelos meus professores , Machado de Assis, José de Alencar, Eça de Queirós. O que mais gosto é O cortiço e Vidas Secas.

Bom, com toda certeza, graças a meus familiares como incentivadores e patrocinadores e meus professores  direcionando e sugerindo boas leituras foram os responsáveis pela minha construção como leitora.

Kelly Eneida Aielo Stangherlin


Viagem na imaginação

Olá  colegas!
Sou  formada em letras e pedagogia, estou lecionando na rede pública de ensino e na particular.

                      Viagem na imaginação
Eu era pequena e meus pais sempre incentivaram o hábito pela leitura, não que eles fossem leitores, pois meus pais não concluíram nem o ensino fundamental. Sempre diziam que a única riqueza que eles poderiam me deixar era o estudo. Desse modo me dediquei intensamente, sempre gostei de ler contos, histórias românticas e gibis. Ah, meu primeiro contato com um gibi foi com um senhor vizinho meu, ele adorava colecionar gibis em especial do Zé Carioca, gostava tanto que não deixava ninguém pegar, mas com jeitinho ele sempre me emprestava algum, e eu adorava passar horas folheando.

Já na escola  nas aulas de leitura, viajava na imaginação, me colocava no lugar no personagem e a noite inventava histórias e dormia sonhando com que eu havia criado. Além disso, adorava escrever e reescrever histórias já lidas, eu tinha um caderno que eu registrava tudo e também escrevia cartas, sempre deixava bilhetes principalmente para meu pai que viajava a semana inteira( escondia na mala dele )  depois fui deixando de lado e comecei a registrar tudo em agenda, frases e citações que eu achava interessante.

Na faculdade, além dos livros que eram sugeridos pelo professores eu adorava ir visitar uma lojinha de livros usados (sebo) onde adquiria livros não tão famosos mas que seu título me chamava a atenção. Na escola adoro ler com meus alunos, ver eles interagindo com a história e curiosos pelo final da trama.


Karin Risso

Olhar para o mundo

Olá, pessoal
Meu nome é Karen, tenho trinta anos ( uma balzaquiana), casada e professora  estadual há oito anos.
Adoro ler, ver filmes e viajar... 


                      Olhar para o mundo

Acho que minha história com leitura começou muito antes de eu conseguir decifrar as palavras. Começou com as leituras que minha mãe fazia (e sempre mudava, ia recriando os enredos), com as leituras que meu pai fazia a noite dos livros de "Faroeste" e que eu ia desejando descobrir o que era tão interessante para que ele ficasse ali, lendo horas...
Depois fui à escola e quando li meu primeiro texto, quanta alegria...E assim fui lendo tudo: placas, livros que pegava na biblioteca da escola, recados que meus familiares escreviam .Mais tarde fui encontrando novas histórias: série Vagalume, romances "água com açúcar", poemas de rimas fáceis.
Até hoje leio muito, os livros permitem-me encontrar novas maneiras de olhar para o mundo, para as pessoas, além de ajudar nos momentos difíceis, que parecem que vão durar para sempre.

Karen Fabiane Leonel Correa
  


O encantamento continua

Olá pessoal!
Trabalho na rede estadual e pertenço à diretoria de Jaú .
Janete Aparecida Gabriel

                    O encantamento de uma vida

Minha experiência com leitura foi bem espontânea. Em casa não se tinha o hábito da leitura, muito menos a escrita. Ler e escrever eram atividades desenvolvidas exclusivamente na escola.
   Foi na escola que eu pude ouvir o primeiro poema, fiquei encantada, e descobri que bem em frente a escola ficava a biblioteca municipal.
   Todo o dia ao sair da escola passava por lá, escolhia um livro de poesias e levava para casa. A ansiedade era tanta que eu não jantava e dormia bem tarde só para terminar o livro a tempo para devolver no dia seguinte. Com o tempo senti necessidade de ler outros gêneros.
   O tempo passou e o encantamento continua o mesmo. Sempre que possível gosto de contar algumas das histórias que leio para os alunos em sala de aula.

Janete Aparecida Gabriel


Primeiras letras

Olá, pessoal!
Sou professora de Língua Portuguesa, na E.E.Camilo Sahade e no EJA (Escola Municipal), estou na rede já 24 anos (prestes a me aposentar!!!). Adoro estar com minha família, viajar, ver um bom filme e ler.
                       
Primeiras letras

Meu gosto pela leitura, penso que se iniciou com as histórias contadas por meus avós e tios, pois como moravam numa fazenda, a imaginação corria solta e histórias não faltavam: de magia, de terror, cômicas, lendas, fábulas.
Não me lembro de ter livros em minha escola, a não ser a cartilha "Caminho Suave", pois naquela época não se falava em leitura, não me lembro de minhas professoras "contar” ou "ler" histórias, ensinava-se somente o que estava na cartilha; também não me lembro de ter biblioteca em minha cidade, pelo menos na época. 
Minhas primeiras leituras foram as revistas (não me lembro o nome), mas lembro-me das fotonovelas, que me encantavam, apresentava um mundo muito diferente daquele em que vivia, adorava; em seguida vieram os livros Julia, Sabrina e os gibis.


Helenice dos Santos Buoro